Mãe entra em pânico e pede ajuda para comprar sensor de glicemia de Valentim, de 2 anos

07/02/2026 21h10

Menino está internado e só poderá receber alta após a compra do equipamento

A mãe solo guarapuavana Larissa Oliveira voltou a fazer um apelo urgente à comunidade diante de mais um momento crítico na saúde do filho Valentim, de 2 anos, diagnosticado com a doença genética rara CDG A1.
Segundo ela, o menino permanece internado e a orientação é clara: para deixar o hospital com segurança, é necessário ter o sensor de glicemia. O aparelho é indispensável para monitorar as variações que podem representar risco imediato à vida da criança.
Sem o sensor, Valentim precisa ter o dedo furado diversas vezes ao dia. As picadas frequentes já deixaram as mãos machucadas, causando dor e desconforto.
Larissa relata que conseguiu passar por especialistas recentemente, mas agora precisa garantir as condições para a continuidade do tratamento fora do hospital. Uma queda brusca na glicose ou um erro na medição pode trazer consequências graves.
O sensor custa R$ 400 e precisa ser trocado com frequência. Sem poder trabalhar e dedicada integralmente aos cuidados dos filhos, a mãe afirma que entrou em pânico. Além do problema de saúde, ela ainda enfrenta despesas como aluguel e outros custos da casa.
“Qualquer valor é bem-vindo. Nos ajude a divulgar”, pede Larissa.
Quem puder contribuir pode doar por meio do Pix:
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Além de Valentim, Larissa também cuida da irmãzinha Aurora, de 5 anos, que possui o mesmo diagnóstico raro e enfrenta complicações severas. A menina teve agravamento na visão e está quase perdendo completamente a capacidade de enxergar, precisando de acompanhamento médico e óculos especiais. A doença ainda provoca outros problemas que exigem terapias, consultas e atenção constante.
Conhecida por ser uma mãe batalhadora e que sempre trabalhou, Larissa hoje precisou abrir mão da vida profissional para se dedicar exclusivamente aos filhos. Ela afirma que depende da solidariedade da comunidade, já que o SUS não cobre toda a parte clínica necessária. O benefício a que as crianças têm direito em razão da doença está em processo judicial, nas mãos dos advogados, e ainda não foi liberado — valor que poderia aliviar parte do sofrimento e garantir melhores condições de tratamento.

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